domingo, 3 de maio de 2009
Uma paixão...
O autor que me perdoe, mas não consegui descobrir quem é. Se alguém souber...
O texto:
"Títulos podem surgir aos montes, em uma década de sucesso um clube pode ser incluido entre os mais vencedores de todos os tempos. Mas história origem e trajetória não podem ser conquistadas ou compradas. E é por isso que qualquer outra instituição esportiva, mesmo com dezenas de campeonatos mundiais conquistados, quando se depara com o Clube de Regatas Vasco da Gama deve ter a consciência de estar contemplando o maior clube do Brasil. E por conta dessa certeza, muitos me chamam de fanático, mas eu nem ligo, eles não sabem o que dizem. Em alguns deles até noto uma ponta de inveja por não terem uma paixão como a minha, por não terem tido a felicidade de nascer vascaíno. A estes eu digo que ainda há tempo, o coração vascaíno é grande, que aceitamos "naturalizações", desde que sinceras; outros simplesmente não conseguem entender esta paixão, destes eu tenho pena porque nunca terão a chance de sentir o que sinto: a alegria, a tristeza, o riso, o choro, o frio na barriga, o nó na garganta, o coração disparado, tudo causado por algo inexplicável que corre em minhas veias e mora em meu coração, O amor que tenho pelo CLUBE de REGATAS VASCO DA GAMA."
sem mais...
sábado, 28 de fevereiro de 2009
"veja bem, foi vc a razão e o pq de nascer essa canção assim, pois vc é o amor q existe em mim"
ahh...
Acho que o tempo vai passando e não vou escrevendo mais nada... já perdeu a vontade de escrever? É.. acontece.
E você percebe isso quando você se força a escrever apenas para que as pessoas vejam que vc ainda escreve. Sim, me pedem pra escrever... td isso pq era agradável ler o que escrevia...
mas....
nem eu mesmo aguento ler o q escrevo.
é por isso que me despeço aqui.... um hiato!
Quando a inspiração, desejo e vontade voltar eu volto a escrever.
Agradeço a quem um dia comentou aqui e apostou nas linhas deste pequeno e pseudo escritor.
Beijo no coração.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Fugere Urbem.... é, seria uma boa hein!
terça-feira, 11 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Comércio na Praia: produtos diversificam-se

Foto: Claudinho e sua turma do sucolé.
Nos últimos 20 anos, as praias cariocas ganharam um grande contingente de trabalhadores, que se renova a cada ano e que se soma aos já consagrados no ramo. Andando nas areias de Ipanema, no Rio de Janeiro, é possível observar uma grande variedade de produtos sendo vendidos pelos ambulantes do local, e isso se torna ainda mais curioso quando percebemos produtos que antes não eram vendidos próximo à praia.
Seu Domingos, 58 anos, freqüentador das praias cariocas há 50 anos, diz sentir-se muito satisfeito com essa inovação no ‘comércio praiano’, como ele mesmo define o trabalho dos ambulantes. “Quando eu era criança, não via metade dos vendedores, e para comprar uma água eu esperava muito mais tempo que hoje”. De fato uma verdade. Hoje encontramos uma quantidade de trabalhadores muito grande e o espaço de tempo entre a passagem de um vendedor e outro do mesmo produto é muito curta, a demanda é muito bem atingida. Hoje um banhista como o Seu Domingos não apenas encontra água, cerveja e refrigerante , ou sanduíche natural e coco para comer, a diversidade é tamanha que o freqüentador pode comer de abacaxi a camarão com a mesma facilidade com que encontra um cigarro em tabacaria.
Cadeiras e barracas são oferecidas logo ao chegar nas areias da praia. Tendas com chuveirinho e grande variedade de bebidas e petiscos oferecem o serviço, que varia de R$3 à R$5 o aluguel de cada ítem. O banhista que aluga a cadeira recebe um tratamento diferenciado com serviço de garçom, para conforto de ambas as partes. O pagamento é feito ao final, como em bares e restaurantes.
Paralelo ao comércio fixo, existem os ambulantes que caminham sem parar vendendo seus produtos e manufaturas. Alguns formais, outros irreverentes, como o caso de Jerônimo, artista plástico, 44 anos, na praia há 20. O artista conta que a praia é seu único meio de vida e de sustento, e ali vende telas e pinturas que ele e o irmão fazem em seu ateliê, situado na casa onde mora na Pavuna, subúrbio do Rio de Janeiro. O preço varia de R$ 30 a R$ 200. Sua irreverência e simpatia atraem compradores e curiosos, mas o público alvo principal são os turistas, que ficam encantados com os idiomas com que procura expressar-se e se fazer entender. Jerônimo “arranha” o inglês, francês, italiano e espanhol, procura sempre passar a boa imagem da praia e da cidade para os de fora, ensinando a nossa língua e contando histórias e experiências de vida, mas fica triste em ouvir dos turistas a fama de exploradores e desonestos dos ambulantes, que ele nega com veemência. Pai de três filhos, todos estudando, nos conta que reformou a casa apenas com o dinheiro que ganha nas areias de Ipanema e Copacabana, viajou o Brasil todo e sonha em conhecer a Itália.
Figuras como essa são encontradas a cada minuto em pouco tempo de permanência, como o Sr. Severino do café, que vende um delicioso chocolate quente há 10 anos, ou o vendedor de abacaxi, famoso por assustar os frequentadores com o grito “ABACAXI” no ouvido de quem anda distraído, e acaba sempre conseguindo bons sorrisos, além das vendas. Sua fama é grande até na rede de relacionamentos Orkut, na Internet, onde há diferentes comunidades em sua homenagem, e recentemente fez cena na novela global Paraíso Tropical.
A fama tem andado lado a lado dos comerciantes, e o melhor exemplo disso, sem sombra de dúvidas, é do vendedor Luis Cláudio, dono de uma simpatia única e uma irreverência grandiosa, o Claudinho do Sucolé, como é conhecido por todos nas areias de Ipanema. Dono de uma minifábrica, situada em sua residência, Claudinho possui uma equipe de vendedores espalhada nas areias das praias cariocas. Ele conta que o sucesso veio com muito suor e dedicação, além do carinho com o que faz e com sua clientela. As receitas são todas de sua autoria, e os sacolés são todos feitos da própria fruta, garantindo a qualidade que é referência em qualquer praia do rio de janeiro. Sua fama se expandiu pelo Brasil com a participação nos programas “Mais Você e Programa do Jô”, da Rede Globo, Programa “Happy Hour” da apresentadora Astrid Fontenelle, entre outros. O povo pôde conhecer suas músicas e a alegria contagiante que faz dessa figura o comerciante mais conhecido nas areias do Rio, com homenagens também no Orkut e um site pessoal (www.sucoledoclaudinho.com.br), onde divulga o trabalho e busca parcerias.
A mudança de perfil do comércio na praia não pára por ai. Tatuagens de henna, açaí com granola, empadas, brinquedos, roupas, acessórios, óculos escuros, especiarias árabes, artesanatos, pinturas e drinques são só alguns exemplos das muitas coisas diferentes e até mesmo exóticas que podem ser vistas com frequência e naturalidade, personagens são criados e fantasias caminham fazendo seus números e apresentações. A concorrência aumenta a cada dia, cooperativas são criadas e equipes selecionadas para revenda, uma organização respeitada pela maioria dos vendedores. “ A cooperativa ajudou muito e o nosso trabalho passou a ser mais respeitado. Com o uniforme passamos a ter credibilidade com o freguês”, diz Estevam, vendedor de mate, que pega o metrô todos os dias na estação de Colégio, onde mora com mais dois filhos.
Por: Bruno Kleinlein.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
O tempo em distintos modos de ver

terça-feira, 28 de outubro de 2008
O RIO É 15. rs... é piada isso?

Cazuza profetizando as eleições de 2008 e a campanha suja de Eduardo Paes contra Gabeira.
Protesto pró-moralização democrática nas eleições de 2008 do RIO DE JANEIRO!
20% de abstinência POR CAUSA DO FERIADO ADIANTADO PELO GOVERNO ESTADUAL
E OS MILHARES DE CRIMES ELEITORES FEITO POR PAES
QUEREMOS INVALIDAÇÃO DA ELEIÇÃO!
QUASE 1 MILHÃO DE CIDADÃOS NÃO VOTARAM!
Sexta-feira na Cinelândia 12h, saindo as 13h para o TRE
DE PRETO
RESUMO:
1. Candidatura registrada fora do prazo de desincompatiblização;
2. 50 milhões de reais de despesa de campanha - quem bancou?
3. Uso político das UPAs (em Barra Mansa o prefeito eleito perdeu o cargo por isso) e restaurantes populares
4. Corrupção eleitoral, coação de leitores na Rocinha, ZN (região da Pavuna) e ZO
5. Boca de urna por vereadores eleitos da coligação oposta
6. Campanha difamatória contra Gabeira, claramente bancada e sustentada por políticos da outra coligação (tipo Liliam Sá e Clarissa Garotinho)
PAES NAO GANHOU O RIO DE JANEIRO! ISSO É UMA FARSA!
